Barkhlet’s Dark Forest

Tudo e nada, dependendo do psicológico mutável do ser que vos escreve.

26 26UTC dezembro 26UTC 2008

Romantic Stalker Song

I just wanna know what you’re thinking

Staring at the horizon, day dreaming

If i could just read your eyes

And wash away all the times you cried

And if dont realy believe me

If you cant see me next to you

Just listen to what i’m singing

And deep inside you’ll know its true

When I say youre the only one

And our story has just began

You will call you every night

Just to ask if you are all right

Anoying probably I would be

But you wont complaing that im not here

And if dont realy believe me

If you cant see me next to you

Just listen to what i’m singing

And deep inside you’ll know its true

When I say youre the only one

And our story has just began

criado por barkhlet    1:57 — Arquivado em: Sem categoria

13 13UTC dezembro 13UTC 2008

Imagem sem relação com texto, texto sem contexto, contexto sem sentido, sentido sem direção…

O que será que está guardado

Neste frágil mundo adulterado

Em que se encontra segregado

O justo do injustiçado?

Por onde anda a loucura bela

Que nosse alma suavemente gela

Enquanto a noite se mostra aquela

Que acalma os corações em guerra?

Será então que finalmente

De uma forma estúpida mas fielmente

Descrita em retalhos de nossa mente

Se encontrará aquilo que se sente.

Por entre as escuras e frias madrugadas

No frio da sarejeta ou nos seios da amada

A nossa vida louca e desvairada

Se prepara para a próxima jornada.

criado por barkhlet    23:47 — Arquivado em: Sem categoria

4 04UTC dezembro 04UTC 2008

Nothing But Flowers…

Shante Prashante Sárvá Sárva
Laja Upasha Maní Swáhá
(Mantra para Ganesha)

Minha maldição é não ser cego
É fugir da mesmice e não ser pego
E não ter medo de correr atrás de um sonho incerto

É olhar de cima para baixo
Os tolos que se acham invejados
Sem saber que se encontram enganados

Não ter vergonha de dizer o que penso
E conseguir fazer o que os tolos nem tentam
Pois eles não aguentariam o peso
De escapar das mentiras que os afogam

criado por barkhlet    20:28 — Arquivado em: Sem categoria

3 03UTC dezembro 03UTC 2008

Em seus papiros Papillon já me dizia….

Quem é vivo sempre aparece e o bom filho à casa torna!

Vou ver se volto a postar com uma determinada frequencia aqui no blog. Talvez meus posts sejam mais agressivos ou mais sinceros. Isso que dá ouvir Disparada:

"Se você não concordar, não posso me desculpar. Não canto para enganar."

O apredizado da existência é um livro sem letras
Escrito com manchas e confusões
Sobre coisas que ninguém conhece
Fujamos para um lugar que faça sentido
Se este sonho de fato existir

E quando o capataz estiver no arreio
Sob as chibatas do gado
Seu sangue negro no chão de ouro
Correrá como o estouro da boiada
Que pena alguma pode impedir

Os arreios que guiam
São as correntes que aprisionam
A derrocada do ser como uno
Tornando-o um resto sujo
Do que um dia sua vida buscou

Não tema pois a revolta
Ou a palavra ríspida ao luar
Pois a brutalidade do conflito
Apenas engrandece o brilho da paz.

criado por barkhlet    23:35 — Arquivado em: Sem categoria
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