Barkhlet’s Dark Forest

Tudo e nada, dependendo do psicológico mutável do ser que vos escreve.

3 03UTC dezembro 03UTC 2008

Em seus papiros Papillon já me dizia….

Quem é vivo sempre aparece e o bom filho à casa torna!

Vou ver se volto a postar com uma determinada frequencia aqui no blog. Talvez meus posts sejam mais agressivos ou mais sinceros. Isso que dá ouvir Disparada:

"Se você não concordar, não posso me desculpar. Não canto para enganar."

O apredizado da existência é um livro sem letras
Escrito com manchas e confusões
Sobre coisas que ninguém conhece
Fujamos para um lugar que faça sentido
Se este sonho de fato existir

E quando o capataz estiver no arreio
Sob as chibatas do gado
Seu sangue negro no chão de ouro
Correrá como o estouro da boiada
Que pena alguma pode impedir

Os arreios que guiam
São as correntes que aprisionam
A derrocada do ser como uno
Tornando-o um resto sujo
Do que um dia sua vida buscou

Não tema pois a revolta
Ou a palavra ríspida ao luar
Pois a brutalidade do conflito
Apenas engrandece o brilho da paz.

criado por barkhlet    23:35 — Arquivado em: Sem categoria

2 Comentários »

  1. Comentário por Bruno Lobão — 4 04UTC dezembro 04UTC 2008 @ 0:15

    Muito foda, bicho!! Gostei muito da escrita.
    Me lembrou um poema de autoria que não e recordo onde o autor descrevia o mundo pelos olhos de um animal(Um boi, no caso).
    Gostei muito da humanização das ações animais ou relacionadas.

    Tá de parabéns.

  2. Comentário por Eu — 6 06UTC dezembro 06UTC 2008 @ 23:20

    Nada a ver, maaaaas…
    esse bonequinho tá MTO igual a vc!
    XD

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